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"O
General João de Matos dá um tempo na caça ao rebelde
Jonas Savimbi e tira um pé de dança com a cantora brasileira
Roberta Miranda e mostra que os duros também são românticos"
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Este
era o Palacio D. Ana Joaquina, edifício foi construído no último
quartel do século XVIII, e desde 1820 pertencera a D. Ana Joaquina dos
Santos, rica proprietária e negociante, constituindo um dos raros vestígios
da arquitectura da época, e ao mesmo tempo a marca do sofrimento dos escravos
angolenses que o ergueram. O "Angolense" considera que a demolição do
edifício representa "a destruição de cerca de 300 anos de história de
um período turbulento da memória colectiva dos «filhos-do-país», e consequentemente,
da História de Angola - In Angolense" O
Governo angolano assumiu a culpa pela sua arbritaria demolição,
isto só não basta os culpados tem que ser punidos.
Demoliram um monumento
histórico que é património universal da humanidade e um dos mais importantes
marcos da história da escravatura,uma falta de respeito para com os sentimentos
do povo angolano e da própria história do país".
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Destaques
da Edição
África:a
maldição de um continente.
"Nasceu
no topo de uma árvore, rodeada de água. Chama-se Rosita Pedro. A "ilha"
onde a mãe, Sofia Pedro, de 22 anos, se empoleirou durante quase quatro
dias para não naufragar nas cheias que assolaram Moçambique".
Leia nesta edição, porque as Nações africanas
não evoluem.
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